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segunda-feira, 3 de março de 2014

Música do Dia.



Sin Bandera
Sin Bandera foi uma banda de rock e pop latino, formada pela dupla de cantores o mexicano Leonel García, e o argentino Noel Schajris. Eles se tornaram um dos artistas mais populares depois de seu primeiro álbum, "Sin Bandera" que foi lançado em 2002.




Ao final de 2007 lançaram Hasta ahora, que é uma recompilação dos temas que os levaram ao topo de suas carreiras, como Te vi venir e Mientes tan bien. Também incluíram um novo single chamado Pero no.
Em fevereiro de 2008 iniciaram sua turnê de despedida por diversos países da América Latina.

Discografia

                                                             SIN BANDERA: 2002
                                                                                       

                                                                 DE VIAJE:2003



                                                               MAÑANA:2005



                                                                 PASADO:2006



                                                          HASTA AHORA:2007



                                                 HASTA AHORA - EN VIVO:2008







              Sin Bandera - Mientes Tan Bien 

                       



segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

Música do Dia.



A partir de hoje farei um post diário (ou quase) intitulado MÚSICA DO DIA, nesse post postarei clipes, letras, curiosidade de determinado cantor, enfim vai variar bastante de cada qual, e meu estado de espírito, como dizem gosto não se discute,tentarei variar o estilo musical, mas sempre ao meu gosto.

Primeira Música do Dia é a canção original do filme Frozen, Livre Estou.

 



                        "Let It Go" Demi Lovato.



                             
                               "Let It Go" Multi-Language Full Sequence 25.

                         
Curiosidade: Música de 'Frozen' indicada ao Oscar ganha versão em 25 idiomas.
A animação da Disney indicada ao Oscar "Frozen: Uma Aventura Congelante" ganhou uma versão em 25 línguas para a música "Let it Go", também indicada à premiação, na categoria de melhor canção original.

quinta-feira, 3 de outubro de 2013

Curiosidades

E. L. James

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Os 20 livros mais ‘esquecidos’ em quartos de hotéis

O jornal inglês “The Guardian” publicou uma lista dos principais livros que os hóspedes da rede de hotéis Travelodge — uma das maiores redes hoteleiras do mundo — esqueceram em seus quartos. Um total de 22.648 livros foi abandonado nos últimos 12 meses.
A autora de romances eróticos — e escritora com o maior faturamento do ano — E. L. James está no topo da lista: “Cinquenta Tons de Liberdade” é o livro recordista de abandonos. E. L. James aparece três vezes na lista com a trilogia “Cinquenta Tons”, assegurando a primeira posição com 1209 cópias abandonadas no ano. A segunda colocada é a escritora Sylvia Day, com os títulos “Toda Sua”, “Para Sempre Sua” e “Profundamente Sua”. Em terceiro lugar aparece a escritora Jennifer Probst, autora da  trilogia erótica “Billionaire”. A quarta posição fica com “Garota Exemplar” de Gillian Flynn, e a quinta com “Morte Súbita”, de JK Rowling.
As três principais razões para se abandonar um livro, segundo o levantamento do Guardian são: “Terminei de ler e deixei para que outras pessoas possam ler”, seguida de “perdi ou esqueci” e “fiquei entediado”. Há três autobiografias de celebridades na lista: “My Time”, do ciclista ganhador do ouro olímpico, Bradley Wiggins;  “My Story” da cantora Chery Cole;  e “Camp David”, biografia do comediante David Williams. “O Grande Gatsby”, de F. Scott Fitzgerald, de 1925, aparece na 20ª posição.
1— Cinquenta Tons de Liberdade — E. L. James
2 — Toda Sua — Sylvia Day
3 — The Marriage Bargain — Jennifer Probst
4 — Garota Exemplar —Gillian Flynn
5 — Morte Súbita — JK Rowling
6 — Cinquenta Tons de Cinza — E. L. James
7 — Profundamente Sua — Sylvia Day
8 — My Time — Bradley Wiggins
9 — Para Sempre Sua — Sylvia Day
10 — Cinquenta Tons Mais Escuros — E. L. James
11 — My Story — Chery Cole
12 — The Marriage Trap —  Jennifer Probst
13 — Camp David — David Williams
14 — Call the Midwife — Jennifer Worth
15 — Antes de Dormir —  S. J. Watson
16 — The Marriage Mistake  — Jennifer Probst
17 — The Racketeer — John Grisham
18 — The Carrier — Sophie Hannah
19 — Oh Dear Silvia — Dawn French
20 — O Grande Gatsby — F Scott Fitzgerald
 
 Fonte:Revista Bula

quarta-feira, 18 de setembro de 2013

Curiosidades

Criadora de “Harry Potter”, J.K. Rowling anuncia sequência da saga do bruxo


Voldemort pira!
Hoje as 17h, horário local de Londres, a escritora J. K. Rowling anunciou o fim da aposentadoria dos personagens de Hogwarts, ela colocará as mãos para trabalhar novamente nossos  personagens mais queridos entre os adolescentes e crianças de todo o mundo.
A poucos dias foi anunciado uma parceria entre a autora e a Warner para a produção do primeiro de uma série de filmes que incluirão criaturas mágicas e personagens da mitologia de Harry Potter, inclusive o autor Newt Scamander, autor do livro “Animais Fantásticos e Onde Habitam”, história original que aparece em Hogwarts no livro Harry Potter e a Pedra Filosofal.
Desde 2007 a autora chegou a declarar que o lançamento de um oitavo livro seria possível, mas logo depois anunciou que seria apenas uma enciclopédia sobre o mundo da magia e que este livro teria os royalties dedicados à caridade, isso deixou muitos fãs frustrados.
Mas a frustração hoje se transformou em euforia, pois J. K. Rowling anunciou a volta dos personagens de Hogwarts em uma trilogia que fechará definitivamente a história. A série se passará 20 anos no futuro e contará as aventuras de Harry Potter para ajudar o novo personagem Hank Weasley (filho de Ron e Hermione) a resgatar os pais que serão aprisionados por um ser ainda mais maligno que Você-Sabe-Quem(Voldemort para os corajosos), que foi destruído por Harry no ultimo volume Harry Potter e as Relíquias da morte. 
O lançamento será em meados de 2014 com lançamento mundial em mais de 67 idiomas diferentes. Sobre a filmagem dos novos títulos a autora comentou: “Ainda estou finalizando o primeiro livro e tenho mais dois para começar a escrever. Apesar de ter a história definida, existe uma trama enorme de detalhes que precisa ser meticulosamente tecida, não podem haver furos na nossa mitologia. Apenas depois de publicados os livros é que pensaremos na possibilidade de novos filmes, até porque acabei de anunciar uma parceria com a Warner onde filmaremos uma outra trilogia que também faz parte da mitologia de Harry Potter. Peço calma a todos”.
A nós resta esperar e conter a ansiedade, que meados de 2014 venha bem depressa, e como bons fãs que são, provavelmente os “Harrypoterianos” já começaram a imaginar como vai ser a nova saga.



 


Fonte:Club Tv

domingo, 8 de setembro de 2013

Conto de fadas



A  Bela e a Fera


















A Bela e a Fera ou A Bela e o Monstro é um tradicional conto de fadas francês. Originalmente escrito por Gabrielle-Suzanne Barbot, Dama de Villeneuve, em 1740, tornou-se mais conhecido em sua versão de 1756, por Jeanne-Marie LePrince de Beaumont, que resumiu e modificou a obra de Villeneuve. Adaptada, filmada e encenada inúmeras vezes, o conto apresenta diversas versões que diferem do original e se adaptam a diferentes culturas e momentos sociais.
Nem tudo que é bom dura pouco, a exemplo disso temos ai A Bela e a Fera que vem a cada dia encantando novas gerações através de suas varias adaptações ao longo das décadas. Um conto de fadas fascinante, diferente daqueles vários, que o príncipe lindo e rico vem em seu cavalo branco salvar a pobre donzela em perigo, mais não irei me aprofundar, pois quem nunca leu ou assistiu a esta linda historia?

Mais até mesmos quem não gosta de ler e não curte assistir filmes do gênero, já dever ter ouvido a historia, pois a Bela e a Fera acaba de ganhar sua mais nova versão, através do sertanejo universitário nas vozes de Munhoz & Mariano A Bela e o Fera.

 

A Bela e o Fera

Munhoz & Mariano

 

Ela é mistério
Cheia de segredos
Ele é bagunçado
Cheio de defeitos
Toda noite cai na farra
Ele toca o terror
Ir pra faculdade
Não tá nem ai
Ele tá formado
Em se divertir
E ela só nos livros, cineminha e computador
Quem diria que a Bela e a Fera formariam no final
Um belo casal
Hoje ela frequenta o bar da faculdade
Balada sertaneja
E as pub's da cidade
E ele lê romance
Vê filmes de terror
A Bela e o Fera é isso que é amor.

 

                                                                    # André Luiz

quinta-feira, 29 de agosto de 2013

Curiosidades

Nicholas Sparks: ‘É a mesma fórmula para qualquer gênero’


“Uma longa jornada”, de Nicholas Sparks, será lançado primeiro no Brasil, durante a Bienal do Rio
Foto: Fabio Seixo / Fabio Seixo

“Uma longa jornada”, de Nicholas Sparks, será lançado primeiro no Brasil, durante a Bienal do Rio Fabio Seixo / Fabio Seixo

O Brasil está na linha de frente do best-seller americano Nicholas Sparks, que tem 90 milhões de livros vendidos no mundo e, na semana passada, era o autor de seis dos 20 títulos mais vendidos do país. “Uma longa jornada” (Arqueiro), seu novo livro, será lançado em primeira mão na Bienal do Livro do Rio, que começa amanhã e vai até dia 8 de setembro, no Riocentro. Na cidade antes de viajar a São Paulo e Curitiba, para sessões de autógrafos, Sparks recebeu O GLOBO para uma entrevista.
É a primeira vez que você conta duas histórias de amor em um único romance. De onde surgiu a ideia?
É difícil dizer a origem de qualquer romance. Nunca começa com uma ideia completa, mas com uma imagem que vai crescendo. Para “Uma longa jornada”, eu sabia qual seria o final e qual sensação queria provocar no leitor. Estou curioso para saber de qual dos dois casais os leitores vão gostar mais.
O livro vai para o cinema?
Sim, o contrato foi assinado em fevereiro. Sou um dos produtores. Está na fase do roteiro. Esperamos a estreia para fevereiro de 2015.
Você já escreve pensando em adaptar?
Não. Até penso sobre os filmes quando tenho a ideia para a história, porque quero que ela seja original, o cinema também precisa disso. Mas, uma vez que tenho a ideia, só penso no romance, porque não é garantido que será adaptado.
Este é seu décimo oitavo livro. Como você faz para ser tão prolífico?
Só parece prolífico para quem está de fora. No meu mundo, leva uma eternidade (risos). Seis meses para escrever, um mês para editar e outro mês e meio para promover o livro. Nos outros três, eu fico pensando no próximo. Escrevo quatro dias por semana, seis horas por dia. Nos outros dias, não fico na piscina. Tenho uma produtora de TV para tocar e filmes para supervisionar. Tento escrever duas mil palavras por dia. Costumo fazer 400 palavras por hora.
Do jeito que você fala, parece que chegou a uma fórmula Nicholas Sparks. Qual seria?
É a mesma fórmula para qualquer gênero ou best-seller. É preciso uma história interessante, com personagens que intriguem o leitor. É mesmo bem simples. Sim, dá para dizer que meus romances seguem um padrão. Eles falam, por exemplo, de várias emoções humanas e sempre se passam na Carolina do Norte.
E sempre têm finais trágicos.
Nem sempre. Na verdade, os livros adaptados para o cinema têm histórias assim. Nos meus livros, uso essas tragédias como forma de tratar todas as emoções da vida. Se você olhar “Uma longa jornada”, vai ver Sophia feliz, com raiva, frustrada e se sentindo traída. O mesmo com os outros personagens.
Você odeia finais felizes?
Gosto de finais que surpreendam (risos). Algumas vezes, essa surpresa vem da tragédia, do fato de você não conseguir acreditar que termina de um jeito tão trágico. Por outro lado, não sei se os finais de “Uma longa jornada” ou “Um porto seguro”, por exemplo, podem ser considerados tristes.
Você não tem medo de se repetir?
É difícil, mas tento fazer sempre diferente. Trabalho na estrutura narrativa, no tamanho do romance, na voz dos personagens. Algumas vezes uso a primeira pessoa, em outras uso a terceira. Às vezes, misturo tudo, de forma a cada livro parecer um romance novo. Se você vir, “Uma longa jornada” e “Diário de uma paixão” são livros diferentes.
Você está no Brasil para promover o novo livro. Nicholas Sparks ainda precisa disso para vender?
Preciso. Não que eu precise estar aqui para vender, mas acho que minha presença ajuda nas vendas. Uma das minhas metas, nos próximos cinco anos, é aumentar minhas vendas no Brasil e em outros países. Estou fazendo o mesmo que fiz quando comecei, nos Estados Unidos. E eu adoro encontrar os leitores, conversar com eles. Às vezes, a ideia para o próximo livro surge dessas conversas.
Você virou um empresário da literatura?
Há vários caminhos que um escritor pode escolher. Eu gosto de trabalhar em Hollywood, porque me tira de casa, me permite conhecer novas pessoas. É divertido. Também é uma forma de me tornar mais conhecido. Se escrevo, quero que o máximo de pessoas encontre aquela história.
A Justiça americana acaba de condenar a Apple e outras editoras por formação de cartel. Como autor, esse assunto o preocupa?
Acho que minha editora fez um acordo (com a Justiça). Vamos ver como isso se desenrola. Tento não me preocupar, porque são coisas que fogem ao meu controle. Mas presto atenção, para saber o que vem por aí. Meu interesse, como autor, é que meus livros estejam disponíveis. Quero ser lido.
J. K. Rowling vende seus e-books por conta própria. Best-sellers como o senhor ainda precisam das editoras?
Escritores precisam de editores. Também do trabalho de marketing que a editora faz. As editoras têm um papel de filtrar tudo. Sem elas, seria como navegar na internet sem mecanismos de busca. Claro, a situação é diferente para autores best-sellers. Precisamos de editores? Eu preciso. Precisamos de uma empresa que faça esse trabalho? Claro, porque preciso que os livros sejam distribuídos. Se, em 15 anos, não houver livro físico, o que eu não acredito, claro que seria diferente. Mas eu não tenho planos de deixar minha editora.

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/cultura/nicholas-sparks-a-mesma-formula-para-qualquer-genero-9721582#ixzz2dORkd3Hi

sexta-feira, 9 de agosto de 2013

Curiosidades

Descobertos 500 contos-de-fadas da época dos Irmãos Grimm

Segundo o jornal britânico The Guardian, volumes ficaram guardados na Alemanha por 150 anos, antes de serem encontrados

Branca de Neve foi uma das histórias dos irmãos Grimm que se perpetuaram e se espalharam pelo mundo

São Paulo – Os irmãos Jacob e Wilhelm Grimm foram os responsáveis povoar a infância de crianças do mundo todo com histórias e seres fantásticos de seus contos-de-fadas. Mas o domínio da dupla que viveu no século 19 e criou personagens como Branca de Neve, Cinderela, Rapunzel e Chapeuzinho Vermelho poderá ser dividido com Franz Xaver von Schönwerth, outro historiador alemão que viveu na mesma época (de 1810 a 1886).

Segundo o site do jornal The Guardian, a curadora cultural Erika Eichenseer encontrou 500 novos contos na cidade de Ratisbona (Regensburg), na Alemanha, após ficarem escondidos por mais de 150 anos. Quando em vida, Von Schönwerth passou anos conversando com pessoas de diferentes povos e culturas para descobrir seus hábitos, costumes e tradições que, depois, ele transformaria em literatura fantástica.
O achado foi o livro “Aus der Oberpfalz – Sitten und Sagen” (“Do Alto Palatinado - Costumes e Lendas”, tradução livre), dividido em três volumes, escritos em 1857, 1858 e 1859. Lá estão diversos textos que não ficaram conhecidos por outros livros, assim como há versões de clássicos como Cinderela.
De acordo com o Guardian, a principal diferença entre o trabalho dele e dos Irmãos Grimm é o verniz literário que o primeiro não apresentava, já que tinha uma linguagem mais direta e menos romanceada. Além disso, os contos presentes na obra não são exclusivos para crianças, pois têm temas que servem de ajuda para adultos conseguirem lidar com os desafios dessa fase.
 Fonte:Exame



                                                        
                            # André Luiz